Janeiro 25, 2026
Há pessoas que chegam e trazem barulho. E há pessoas que chegam e trazem presença. A Noor Palma é desse segundo tipo.
Quando a convidámos para esta entrevista, já sabíamos que não ia ser uma conversa “para cumprir”. A Noor tem um jeito raro de estar: intenso, curioso, humano, como ela própria diz, “muito apaixonado pela vida”, com “muita curiosidade”, “muita intensidade”, “olhar profundo” e um lado de “espírito livre”.
Talvez a conheças do seu podcast “Somos Infinitos”, onde se senta “na cadeira” e sente que está em casa. E essa sensação atravessa tudo o que faz: a Noor não força ritmo, não performa personagem. Ela entra e fica.
O percurso dela começou num lugar inesperado para quem hoje a ouve: licenciatura em Psicologia Criminal, mestrado em Investigação Forense e uma fome de perceber “o mais profundo na essência do ser humano”. Pelo caminho, viveu fora, viu diferenças grandes entre realidades, e foi percebendo onde é que a vida lhe ficava leve.
Há uma frase que ela diz (e que, honestamente, podia ser um lembrete colado no frigorífico): “a verdade custa, mas transforma.” E não é frase bonita. É vivida. A Noor fala de demorar tempo a assumir verdades difíceis, e do alívio quase físico que vem quando finalmente deixamos de resistir ao óbvio.
Nesta entrevista, sentámo-nos com ela com o mesmo espírito: sem pressa, sem a obsessão de “chegar a uma conclusão”. Uma conversa com tempo sobre a forma como escolhe as pessoas com quem conversa (tem de existir encanto, ligação real, paixão pelo tema), sobre a escrita como origem de tudo (“onde tudo começa”), e sobre esse ponto que tanta gente evita: parar.
Porque parar, aqui, não é descanso. É coragem. A Noor chama-lhe o “furacão”: aquele estado de ebulição interna, pensamento em erupção, visão e energia a explodirem ao mesmo tempo e o caos que vem com isso.
E depois fala do outro lado, o lado que quase não existe no mundo de hoje: o lugar do tédio, do vazio, do silêncio… o sítio onde a vida assenta, onde a integração acontece, onde as respostas aparecem sem gritar. É uma conversa que não te puxa para fora. Puxa-te para dentro.
E no final, entramos num gesto simples e diário: a água.
UMA HISTÓRIA QUE VOA
A Noor conta que começou a beber cada vez menos água porque “a água da torneira sabe mal”, e porque foi ganhando consciência do impacto que isso estava a ter nela. E é numa conversa informal — num almoço — que surge a ponte: alguém lhe diz “tenho uma pessoa para te apresentar”, e é assim que a VOA entra na vida dela.
Quando o equipamento foi instalado, ela diz algo muito direto: que nunca bebeu tanta água como passou a beber, porque sente diferença “no sabor” e “no corpo”. Fala também da curiosidade que o conceito lhe trouxe e de como isso, para ela, faz sentido dentro de um mindset de bem-estar e escolhas consistentes.
Na VOA, é isto que nos interessa: não a promessa grande, mas a prática real. Os gestos pequenos que mudam o teu dia e que, repetidos, mudam o teu corpo, a tua energia, a tua vida.
Se quiseres conhecer melhor a VOA, podes começar aqui: VOA.
E se te apetecer explorar mais a fundo: Porquê VOA e o nosso portal científico.
Que esta entrevista te faça bem. Que te abrande, nem que seja por 30 minutos. E que te lembre que a presença, tal como a hidratação, não é glamour. É base.
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